Três dicas importantes para renegociar sua dívida com o banco

Confira as 3 dias que deixei especialmente para você. Caso precise de auxílio em sua causa, entre em contato comigo

1 - Veja se há outros produtos embutidos

Na maior parte dos contratos, o banco “empurra” a contratação de outros produtos, além do empréstimo ou financiamento. Às vezes, o gerente é claro e direto: se você não comprar um seguro ou um título de capitalização, ele não libera o dinheiro que você precisa. 

 

Isso é uma prática ilegal conhecida como venda casada, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor:

 

Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:      

 

I - condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;

 

Nesse caso, você pode exigir que o banco retire o seguro do contrato, recalculando o valor das prestações.

2 - Juros abusivos

O Banco Central divulga todo mês a taxa média de juros praticada pelos bancos para cada operação financeira. 

 

Verifique se a taxa efetiva descrita no seu contrato é compatível com os juros médios do mês em que ele foi assinado. 

 

Caso não seja, exija que o gerente faça o ajuste, inclusive devolvendo o que foi pago a mais, se for o caso.

 

Site para verificar as taxas médias do mercado: https://www.bcb.gov.br/estatisticas/txjuros

3 - CONSIDERE A POSSIBILIDADE DE UMA AÇÃO REVISIONAL

O banco sempre busca o lucro máximo ou o menor prejuízo. Para que ele se sinta estimulado a renegociar o crédito que ele tem (sua dívida), talvez seja útil colocá-lo contra as cordas.

E para isso você pode entrar na Justiça com uma AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO, na qual você vai pedir ao Juiz que reequilibre a relação com o banco, mostrando os abusos acima descritos e todos os outros que um advogado especialista vai reconhecer. 

Isso pode despertar o interesse do banco em negociar com você, pois ele sabe que uma ação judicial bem instruída é capaz de reduzir ou até anular a dívida do cliente. Em casos assim, não é raro que o banco seja obrigado a devolver dinheiro, quando se constata que o cliente na verdade já quitou o financiamento ou empréstimo e continua pagando a mais.

 

Diante da possibilidade de uma condenação judicial, o banco costuma ficar bem mais “bonzinho” para negociar.

 

Para isso, recomendamos que você procure a orientação de um profissional qualificado e especializado, que saiba conduzir o processo de maneira a extrair do banco as melhores vantagens para você. Procure seu advogado de confiança.

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